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domingo, 11 de novembro de 2012

Música na educação

Música na educação
 
 
Introdução
Anteriormente a música era somente introduzida no planejamento quando havia alguma comemoração, depois se entendeu que tal recurso pode ser trabalhado de diversas formas nas aulas, pois a mesma tem o dom de despertar na criança o interesse pelas atividades propostas. Ela pode ser um diferencial na transmissão de conhecimentos.

É certo que hoje, bem mais que antes a música é sim um instrumento de grande valia no espaço educacional, proporcionando a criança um maior contato com o fazer, construir e sentir a música como uma forte aliada de seu desenvolvimento cognitivo, pois através dela podemos viajar na imaginação, conhecer lugares e fatos nunca conhecidos.

Acredito que educação x música seja um excelente recurso para o bom desenvolvimento e crescimento da criança, propicia à mesma aprender e internalizar o aprendizado, levando o conhecimento para toda sua vida educacional.

A Música e o Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Social da Criança
A criança desde bebê desenvolve reações e estímulos sonoros, inclusive na escola como instrumento de aprendizado. A música é relevante para o desenvolvimento afetivo da criança, facilitando assim a sua relação com o outro e socialização. De acordo com diversos estudos ficou comprovado que uma melodia serena acalma e melodias mais aceleradas também causam reações.

A linguagem musical tem sido destacada como importante área de interesse e gosto de todo ser humano sem observar idade, pois hoje se faz música para todo tipo de público e com certeza a criança é um público alvo bem receptivo e fácil de agradar, claro levando em conta seus interesses e faixa etária. A música também colabora para o desenvolvimento social, uma vez que a criança quando brinca de roda, por exemplo, está interagindo com outras crianças e ao mesmo tempo trocam conhecimentos através das cantigas, trocam informações e também aprendem com as brincadeiras.

Com certeza o aprendizado por meio musical será de qualidade e satisfatório tanto para a criança quanto para o professor, desde que o mesmo saiba explorá-la de maneira correta.

Conclusão
É preciso mais que nunca, perceber a diferença da música apenas como um modo de entreter a criança entre uma atividade e outra e o verdadeiro objetivo da música na educação, nada pode ser feito sem um objetivo concreto. Deve ser em primeiro lugar, um instrumento usado pelo educador, para trazer a criança novos conhecimentos e consequentemente novos interesses pelo ambiente escolar, despertar seu interesse e conhecimento por diferentes estilos musicais, não apenas a aquele de seu dia a dia.
 
Marcia Luiza Barros Moratori, professora, formada em Pedagogia com Pós-graduação em Educação especial.

Fonte: Perfil de marcia luiza barros moratori, colunista do Portal Educação.
http://www.portaleducacao.com.br/perfil-colunista/3425/marcia-luiza-barros-moratori#ixzz2BvFiAOdP

terça-feira, 23 de outubro de 2012

É livro ou brinquedo?

Um suporte que mistura um pouco de cada um desses elementos pode ajudar a formar leitores desde que selecionados e trabalhado com critério

       Nos momentos dedicados à leitura, tanto em sala quanto na biblioteca da Educação Infantil do Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), no Rio de Janeiro, as crianças têm acesso a vários livros: com muito ou pouco texto, somente ilustrados, literários e informativos, entre outros. O trabalho com o material é levado a sério pelos educadores. "O contato com as estantes e a chance de escolher um entre diversos títulos e folheá-los faz parte do desenvolvimento do comportamento leitor dos pequenos", diz Elisa Creuza de Jesus, educadora da creche.
       No acervo, também estão disponíveis livros-brinquedos: do tipo pop-up (com imagens em dobradura que saltam das páginas), com texturas, sons e abas que, quando abertas, revelam novidades. Embora muita gente ainda tenha dúvidas sobre esse suporte e torça o nariz para os recursos que dividem espaço com ilustrações e textos, a equipe do Ceat aposta nele. Assim como as edições tradicionais, eles também são livros - e proporcionam interações diferentes.
       O bom livro-brinquedo contribui para que o leitor viva uma experiência literária sem deixar de ser uma diversão relacionada ao brincar, que também é uma forma de interagir com o mundo. E vale registrar que a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) reconhece a categoria como legítima a ponto de, desde 1997, destinar um espaço para essas publicações no Prêmio FNLIJ, concedido anualmente.

       É claro que para ser considerado livro o material precisa reunir algumas características básicas e ser usado como tal. Por exemplo: as informações precisam estar dispostas em páginas de forma que o leitor possa folheá-las, observar seu conteúdo e seguir a narrativa.

Recursos devem ajudar a contar a história

       Nem tudo o que está disponível no mercado é interessante e tem qualidade. Trabalhar com afinco na escolha do que fará parte do rol de leitura da turma requer analisar os títulos um a um. É sua responsabilidade escolher bons materiais, elaborados com cuidado estético e com textos bem escritos Além disso, é preciso avaliar se os mecanismos disponíveis ajudam a construir o enredo. Uma das características mais importantes da literatura é o mistério, a fantasia, o não dito -, o que o leitor está por descobrir. "Os artifícios do livro devem contribuir para isso. Se o texto, as imagens e outros recursos deixam tudo explícito, perde-se a graça", explica Ninfa Parreiras, mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Letra Falante, grupo de leitura e de pesquisa de literatura infantil e juvenil, em São Paulo.
       Há livros-brinquedos que se aproximam mais de brinquedos devido ao formato e aos artifícios disponíveis, deixando a história em segundo plano. Isso pode parecer interessante para estimular os sentidos e entreter as crianças, mas não as aproxima da leitura.
       No mais, o formato precisa ser levado em conta. "Exemplares muito grandes ou pesados demais dificultam a manipulação pela criançada", conta Ninfa. Porém, mesmo que intervenções do tipo pop-up pareçam delicadas para mãozinhas desajeitadas, os pequenos não devem ser privados de mexer nelas - para evitar páginas rasgadas, por exemplo. Um dos objetivos do trabalho com o livro-brinquedo é justamente despertar a vontade de entrar em contato com ele.
       Como leitor experiente, você deve servir de modelo: mostre a forma adequada de manuseio, virando as páginas e mexendo no papel com cuidado, enquanto explica em voz alta o que está fazendo. Ainda assim, danos vão ocorrer - às vezes será possível repará-los, outras não e tudo bem. Tenha consciência de que isso faz parte do processo de aproximação da turma com o universo da leitura.
"Para que possam manusear o livro, me aproximo de cada uma das crianças e pergunto se querem tocá-lo. Depois da leitura em roda, organizo momentos para que todas tenham a oportunidade de folhear e explorar os títulos sozinhas", fala Elisa, do Ceat. Assim, os pequenos têm oportunidade de fazer descobertas com tempo e autonomia e seguem construindo sua trajetória como leitores.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Dia 9 de novembro de 2012

Local: Colégio Pedro II – Auditório Mario Lago
Rua Campo de São Cristóvão, 177 – São Cristóvão – Rio de Janeiro/RJ.
(em frente ao Centro de Tradições Nordestinas)

Dia 9 de novembro – sexta-feira

9 horas – Conferência de Abertura – Geraldo Peçanha de Almeida – PR
Tema: Neuroeducação e Sequência Didática na Educação Infantil

10h30 – pausa para o café

10h45 – Palestra – Kelem Zapparoli – RJ
Tema: A Criança com Deficiência – estratégias lúdicas para Educação
Infantil

11h45 – pausa para café

12h – palestra – Marcus Vinícius e José Ricardo – RJ

Tema: Psicomotricidade na Educação Infantil

12h30 – almoço

13h30 – Dinâmica – José Henrique de Souza – SP
Tema: Vivências Corporais Integrativas

13h50 – Palestra – Marcia Lisboa – RJ
Tema: A Arte de Contar de Histórias

14h35 – pausa para café
14h50 – Palestra – Sirlândia Reis – SP
Tema: Dislexia na Educação Infantil – intervenção por meio dos jogos,
brinquedos e brincadeiras.

15h45 – pausa para café

16h Palestra – Mariângela Stampa –RJ
Tema: Prevenção dos Distúrbios da Aprendizagem e Linguagem: atenção
primária na educação infantil

17h – pausa para café

17h15 – Palestra – Dirceu Moreira – SP

Tema: Como Prevenir o Bullying na Educação Infantil? – as ferramentas da
amoterapia

18h30 – pausa para lanche

19h00 – Conferência de Encerramento

Palestrante – Dra. Marta Pires Relvas – RJ
Tema: Educação Emocional e o Cérebro Cognitivo nas Práticas
Pedagógicas – inteligência, habilidades e sensibilidade no cotidiano escolar

20h30 horas – Encerramento

Indicação para hospedagem:
http://www.lcc-hanseatictours.com
a/c de Raquel – raquel@hanseatic.tur.br

Informações: (21) 3208-6113 / 3208-6095

terça-feira, 24 de julho de 2012

Curso



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 CURSO: “FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA COGNITIVA”


Professora : Alba Weiss
(psicóloga, pedagoga e psicopedagoga. mestre em Educação / UERJ  Educação especial) 
Público alvo: Profissionais de educação, saúde e demais interessados

Programa

 Sujeito cognoscente; inteligência e construtivismo.
Estruturas do pensamento. Funcionamento da inteligência.
Pensamento e conhecimento. Desenvolvimento e aprendizagem; linguagem e pensamento.
Jean Piaget.

Freqüência: 2 encontros por mês
Início: 23 de agosto
Término: 13 de dezembro
Dias: quintas-feiras (19:15 às 21:15)
Pagamento: 5 mensalidades de R$ 244,00
Valor para estudantes, grupos, professores e associados da ABPp-RJ: R$ 220,00

Parte da Formação em Psicopedagogia por Módulos Avulsos
2º Semestre / 2012
MÓDULO V: “FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA COGNITIVA
”

Inscrições abertas.

Telefax: (21) 2286-2572 / (21) 9336-8086 (Beatriz)