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terça-feira, 8 de agosto de 2017

 Entenda o que é Microcefalia


O que é microcefalia?



A microcefalia é uma condição na qual o tamanho da cabeça é menor do que o normal, porque o cérebro não se desenvolveu apropriadamente, ou parou de crescer. Microcefalia pode estar presente ao nascimento, ou pode se desenvolver nos primeiros anos de vida.
Algumas crianças com microcefalia terão inteligência normal e tamanho de cabeça que gradualmente cresce à medida que ficam maiores. Porém, algumas crianças com microcefalia podem ter outros defeitos congênitos como pequena estatura, anormalidades faciais, convulsões, ou problemas de equilíbrio e locomoção. Adicionalmente, alguns bebês com microcefalia podem apresentar retardo mental ou atraso no desenvolvimento.

Consequências da microcefalia

As crianças com microcefalia podem ter graves consequências como:
  • Atraso mental;
  • Déficit intelectual;
  • Paralisia;

Convulsões;

  • Epilepsia;
  • Autismo;
  • Rigidez dos músculos.
Apesar de não haver tratamento específico para a microcefalia, podem ser tomadas algumas medidas para reduzir os sintomas da doença. Normalmente a criança precisa de fisioterapia por toda a vida para se desenvolver melhor, prevenindo complicações respiratórias e até mesmo úlceras que podem surgir por ficarem muito tempo acamadas ou numa cadeira de rodas.

O que pode causar microcefalia?

As causas da microcefalia podem incluir doenças genéticas ou infecciosas, exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição. Algumas situações que podem provocar microcefalia podem ser:
  • Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;
  • Síndrome de Rett;
  • Envenenamento por mercúrio ou cobre;
  • Meningite;
  • Desnutrição;
  • HIV materno;
  • Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;
  • Exposição à radiação durante a gestação;
  • Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.
Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose durante a gravidez também aumentam o risco do bebê ter microcefalia. Além destas, existe suspeita de que doenças como dengue, Zika vírus ou febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia. A microcefalia também pode ser genética e acontece em crianças que possuem outras doenças como Síndrome de West, Síndrome de Down e Síndrome de Edwards, por exemplo. Por isso, a criança com microcefalia que também possui uma outra síndrome pode ter outras características físicas, incapacidades e ainda mais complicações do que as crianças que possuem somente microcefalia.

Tratamento para microcefalia

O tratamento da microcefalia não cura a doença, porém ajuda a reduzir as consequências no desenvolvimento mental da criança.
Uma das possibilidade de tratamento é fazer uma cirurgia para separar ligeiramente os ossos do crânio, nos 2 primeiros meses de vida, para evitar a compressão do cérebro que impede seu crescimento. Quando além da microcefalia a criança possui hidrocefalia, que é a presença de líquido dentro do cérebro, também existe a possibilidade de colocar um dreno para controlar esse líquido. Entenda o que é hidrocefalia.
 A fisioterapia é indicada e pode ajudar no desenvolvimento físico e mental e por isso quanto mais estímulo dentro da fisioterapia a criança tiver, melhores serão os resultados. Assim, é recomendado fazer o maior número de sessões de fisioterapia por semana.

O mais importante de tudo é o AMOR.




http://www.boavontade.com/pt/saude/microcefalia-neurologista-da-fiocruz-explica-causas-tratamentos-e-sintomas
http://gerardocristino.com.br/novo/index.php/component/k2/item/154-entenda-o-que-%C3%A9-microcefalia
http://www.copacabanarunners.net/microcefalia.html

quinta-feira, 24 de novembro de 2016



O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

Existe mesmo o TDAH?
Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.

Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?
Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas ideias sobre todos os aspectos de um transtorno.

Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?
Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.
No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sites na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.
Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto.
Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa consequências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.
O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.

Quais são os sintomas de TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:
1) Desatenção
2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.

Quais são as causas do TDAH?
Já existem inúmeros estudos em todo o mundo - inclusive no Brasil - demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.
Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.
O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.

A) Hereditariedade:
Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

B) Substâncias ingeridas na gravidez:
Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.

C) Sofrimento fetal:
Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.

D) Exposição a chumbo:
Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.

E) Problemas Familiares:
Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta ideia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).
Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.



Fonte de Estudo:
Associação Brasileira de Déficit de Atenção
BARKLEY,RA. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Traduzido por Luís Sérgio Roizman. Porto Alegre:Artes Médicas;2002.
http://dda-deficitdeatencao.com.br/oquee/

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

DEPRESSÃO INFANTIL

O que é a depressão infantil?
Depressão é o transtorno de humor que se caracteriza basicamente por tristeza e anedonia, associados a transtornos de sono, de alimentação e somáticos (como cefaléia, tonturas, taquicardia, sudorese, diminuição de libido etc.). Na criança, mais frequente que a tristeza é a irritabilidade, mau humor e a anedonia, que é a falta de prazer com as atividades habituais, como brincar, sair com os amigos, jogar videogame, ver TV etc.

Quais os principais fatores que podem desencadear a depressão infantil?
Os problemas conjugais, os problemas financeiros, a cobrança exagerada por parte dos pais e da sociedade em relação ao desenvolvimento da criança, a falta de contato da criança com os pais em função de suas responsabilidades profissionais e necessidades de sobrevivência, o que impede que haja um vínculo afetivo positivo, são fatores que contribuem para o aumento da possibilidade das crianças desenvolverem transtornos, sendo a depressão infantil um deles, e que afeta diretamente o desenvolvimento psicossocial e acadêmico da criança.
Além disso, podemos destacar outros fatores que causam a depressão infantil: a morte de um dos pais, dos avós ou de um ente querido muito próximo, maus tratos dentro da família; filho indesejado, filho somente de um dos pais, alcoolismo, entre outros.

Tratamento da depressão infantil

O tratamento da depressão infantil pode ser feito através da psicoterapia ou psicanálise que alcança ótimos resultados nos casos mais leves de depressão ou com o uso de remédios antidepressivos, que são usados nos casos mais severos de depressão infantil. Os antidepressivos só devem ser usados em crianças com mais de 7 anos de idade junto ao acompanhamento psiquiatra infantil/psicológico da criança para aumentar a chance de cura da doença.
Para prevenir o aparecimento da depressão infantil os pais devem dar atenção e ser carinhosos com os filhos e fazer com que a criança pratique algum esporte ou atividade, como teatro ou dança, para que ela seja mais desinibida e tenha mais facilidade em fazer amigos.

Sintomas da depressão infantil

Os sintomas da depressão infantil podem ser:

·         Mudanças de humor;
·         Notas baixas na escola;
·         Falta de atenção;
·         Cansaço excessivo;
·         Irritabilidade;
·         Queixas físicas, como dores de barriga constantes;
·         Fazer xixi ou cocô na cama;
·         Choro frequente;
·         Tiques;
·         Anorexia;
·         Problemas de memória;
·         E em situações extremas, tentativas de suicídio.
·          
ASSUMPÇÃO, F. B. Jr. Depressão na infânciaPediatria Moderna. 28 (4), p. 323 – 328, 1992.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

 Sexo não é bicho papão!

            Os pais e professores criam um certo bloqueio em falar sobre sexo com os filhos e alunos. As dúvidas, de ambos os lados, surgem logo na primeira infância das crianças, que querem saber de tudo, pois são seres investigadores. 
Então surgem os questionamentos:
Preciso falar alguma coisa? 
Devo tomar iniciativa para introduzir um assunto? 
Como responder a uma pergunta, o que dizer e até onde ir?
            Mas será preciso começar a esclarecer esse assunto que ainda é considerado um TABU,  não existe hora certa para falar de sexo. “Quem define isso é sempre a criança, quando ela começa a fazer perguntas”.
          Quando uma criança de até 5 anos, por exemplo, pergunta de onde veio, como entrou na barriga da mãe ou se os pais namoram pelados, o casal deve explicar o que se passa, usando a linguagem infantil, respondendo só o que foi perguntado e deixando claro que essas coisas pertencem ao mundo dos adultos e farão parte da vida dos filhos no futuro. Não é preciso dar uma aula completa sobre o assunto”.
         Fale sobre o corpo de seu filho com ele. “Oriente que o corpo dele é só dele. Ninguém pode tocá-lo por baixo da roupa. Essa é uma forma de evitar abusos com as crianças.
         Não se cobre para ter respostas para tudo na ponta da língua. Às vezes, só de estar disposto ao diálogo já ajuda!
         Seu filho quer encontrar um ambiente em que se sinta acolhido e que possa tirar dúvidas sem se sentir criminoso.
Fale de sexo mencionando sempre o amor. Deixe claro para seu filho que a escolha do parceiro - e o afeto por ele - são importantes para a felicidade. Isso ajuda a fazer um mundo melhor.
Até os 5 anos, os pais se preocupam mais se as crianças estão tocando as partes íntimas, e se fazem isso na frente dos outros, não os repreendam, pois estão se descobrindo. É preciso o diálogo e explicar que isso não pode ser feito o tempo todo, que ele está na fase de brincar e se divertir.
A partir do momento em que a criança se aproxima da adolescência, surgem questões mais elaboradas, sobre as mudanças do corpo, sobre como se faz sexo, como usar camisinha, como evitar a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST), além de dúvidas sobre masturbação, desejo, excitação, sexo oral ou anal, e orgasmo. Não se envergonhem em responder essas questões, eles precisam de esclarecimentos maduros de pessoas que os querem bem.
A  maior  dificuldade   é falar:  as pessoas
têm medo de que uma conversa estimule
o  sexo,  ou  receio  de  dizer algo errado.
Mas  ninguém  tem  todas  as respostas”

Laura Muller,
sexóloga





http://br.guiainfantil.com/sexualidade/362.html
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/10/13/noticia_saudeplena,145955/vamos-falar-de-sexo-especialistas-orientam-que-educacao-sexual-deve-c.shtml
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--59-20140527
http://www.lauramuller.com.br/


quinta-feira, 21 de julho de 2016


TDAH
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A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A criança hiperativa mostra um nível de atividade bem maior que outras crianças da mesma idade, que acaba por incomodar bastante as pessoas ao redor. A criança torna-se difícil de lidar, porque "não para quieta", tem dificuldade em permanecer numa atividade - mesmo brincar ou assistir TV, o que prejudica coisas importantes, como comer ou atender o que a professora solicita. Com isto, acaba sendo um desafio para os pais, familiares e professores. 


Os sinais que podem indicar que a criança é hiperativa incluem:
  1. Não consegue ficar sentado durante muito tempo, mexendo-se na cadeira;
  2. Parece não prestar atenção ao que é dito;
  3. Tem dificuldade em seguir uma ordem ou instrução, mesmo que a tenha compreendido;
  4. Fala muito, de forma excessiva e não consegue ficar calado, interrompendo as conversas;
  5. Tem dificuldade em prestar atenção e estar concentrado em casa e na escola;
  6. Distrai-se com muita facilidade;
  7. Tem facilidade em perder objetos;
  8. Tem dificuldade para brincar tranquilo e apenas com um objeto;
  9. Muda de tarefa, deixando a anterior por fazer;
  10. Não aguenta esperar a sua vez, podendo falar a resposta ainda antes da pergunta ou que outros colegas respondam;
  11. Brincar ou fazer alguma coisa mais perigosa, pois não pensa nas consequências
Perante estes sinais, os pais devem levar a criança a um Psicólogo, Psicopedagogo, para ele avaliar a criança, diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado.


http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/hiperatividade/
http://seupediatra.com/comportamento/meu-filho-e-hiperativo/
http://www.paisefilhos.pt/index.php/saude/saude/5929-o-meu-filho-e-hiperativo

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015


Obesidade infantil!



O que é Obesidade infantil?

        A obesidade infantil ocorre quando uma criança está acima do peso normal para sua idade e altura. De acordo com o IBGE, atualmente uma em cada três crianças no Brasil está pesando mais do que deveria.
        Os quilos extras podem causar complicações para as crianças até a sua vida adulta, mesmo que a obesidade sera revertida nesse tempo. Doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto são algumas consequências da obesidade infantil não tratada. A doença também pode levar a baixa autoestima e depressão.

        Causas

        Diversos fatores podem causar obesidade infantil. Entre as mais comuns estão fatores genéticos, má alimentação, sedentarismo ou uma combinação desses fatores. Além disso, a obesidade em crianças também pode ser decorrente de alguma condição médica, como doenças hormonais ou uso de medicamentos a base de corticoides.
       Apesar de ser uma doença com influência genética, nem todos os pais e mães com obesidade também terão filhos com o problema, assim como pais e mães dentro do peso podem gerar filhos com obesidade. Isso porque a obesidade infantil também tem ligação com os hábitos alimentares da criança e da família, bem como a realização de atividades físicas.
        Dessa forma, a alimentação da criança a quantidade de exercício que ela pratica são fatores determinantes para o aparecimento da obesidade infantil, ainda que exista histórico familiar do problema. Fica atento a esses hábitos pode ajudar a prevenir a doença pela vida toda.
Fatores de risco
Alguns fatores podem aumentar o risco de obesidade em crianças e adolescentes. Veja:
  • Dieta desequilibrada, rica em fast foods, alimentos industrializados e congelados, refrigerantes, doces e frituras
  • Sedentarismo, uma vez que a atividade física ajuda a queimar as calorias ingeridas
  • Histórico familiar de obesidade, uma vez que a doença tem influência genética e os maus hábitos alimentares podem ser ensinados de pai para filho
  • Fatores psicológicos, como estresse ou tédio, podem fazer as crianças comerem mais do que o normal.

Diagnóstico de Obesidade infantil

Para saber se uma criança está acima do peso ou com obesidade, é necessário fazer a conta do IMC (índice de massa corporal). Para adultos, normalmente as medidas são específicas: IMC entre 18,5 e 25 é normal, enquanto acima de 25 já representa sobrepeso e além de 30 já é obesidade. Porém, para crianças, essas faixas não se aplicam, e podem inclusive causar a falsa ilusão de que a criança está saudável, quando na verdade ela pode já estar com obesidade infantil.
As faixas de IMC para as crianças mudam de acordo com a idade e o sexo, e para orientar os médicos existem tabelas da Organização Mundial da Saúde (OMS) para fazer esse cálculo. Saiba como fazer o passo a passo calcular o IMC de seu filho.
No entanto, o IMC não considera fatores como a quantidade de massa muscular (magra) e a estrutura física da criança, uma vez que o crescimento pode variar muito de uma para outra. Dessa forma, o médico ou médica pode avaliar outros tópicos para determinar se o peso da criança está afetando sua saúde. Confira:
  • História familiar de obesidade e problemas de saúde relacionados com o peso, como diabetes
  • Hábitos alimentares da criança
  • Nível de atividade física que a criança faz
  • Outras condições de saúde que a criança pode ter
O médico ou médica pode solicitar exames de sangue:
  • Colesterol total e frações
  • Glicemia de jejum
  • Exames de sangue para verificar se desequilíbrios hormonais

 tratamento e cuidados

Tratamento de Obesidade infantil

O tratamento da obesidade é complexo e multidisciplinar. Não existe nenhum tratamento farmacológico em longo prazo que não envolva mudança de estilo de vida.
Há várias opções de tratamento para a obesidade infantil e o sobrepeso. Quanto maior o grau de excesso de peso, maior a gravidade da doença. As crianças devem ser abordadas individualmente e conforme a idade, uma vez que cada uma pode apresentar diferentes fatores que aumentam seu risco para obesidade.
Para as crianças e adolescentes que estão acima do peso ou com obesidade leve, sem risco de desenvolver outras doenças, pode ser recomendada apenas a manutenção. A explicação: o crescimento da criança pode fazer com que ela entre numa faixa de IMC saudável, sem necessariamente precisar emagrecer.
Já para crianças com obesidade instalada e risco de desenvolver outras doenças, a perda de peso é recomenda. O emagrecimento deve ser lento e constante, e os métodos são os mesmos adotados para adultos – ou seja, comer uma dieta saudável e praticar exercícios. O sucesso depende em grande parte de seu compromisso de ajudar seu filho ou filha a fazer essas mudanças.

Alimentação saudável

Os pais são os que compram a comida, cozinhar os alimentos e decidir onde o alimento é ingerido. Mesmo pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença na saúde do seu filho:
  • Invista nas frutas, legumes e vegetais
  • Prefiro alimentos integrais aos refinados
  • Evite alimentos como biscoitos, bolachas e refeições prontas. Elas são ricas em açúcar, sódio e gorduras – tudo o que sua filha ou filho não pode comer em exagero
  • Limite o consumo de bebidas adoçadas, incluindo os sucos industrializados. Essas bebidas são muito calóricas e oferecem poucos ou nenhum nutriente
  • Reduza o número de vezes em que a família vai comer fora, especialmente em restaurantes de fast-food. Muitas das opções do menu são ricas em gordura e calorias
  • Sirva porções adequadas, uma vez que as crianças comer bem menos do que os adultos. Se sua filha ou filho não conseguiu comer todo o prato, não o force a terminar

Pratica de atividade física

Além de queimar calorias, os exercícios físicos também ajudam a fortalecer os ossos e músculos das crianças, melhoram seu humor e ajudam no sono. Outro fator importante é que o incentivo à atividade física na infância pode fazer com que a criança mantenha esses hábitos no futuro, evitando a obesidade ao longo da vida.
Crianças devem fazer pelo menos um tipo de atividade física todos os dias, seja ela programa (academia, esportes ou aulas de dança, por exemplo) ou não programada (brincadeiras, como pega-pega, esconde-esconde e usar os brinquedos de um parque).




http://www.grzero.com.br/obesidade-infantil-causas-tratamento/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/obesidade-infantil